quarta-feira, 3 de junho de 2015

Projeto Máscaras

Universidade de Brasília – UnB/ Educação a Distância – UAB
Curso: Licenciatura em Teatro – UAB 4
Tutora: Adni Rocha
Professora: Sônia Paiva
Professora Supervisora: Kaise Helena
Disciplina: Suportes Cênicos
Aluna: Edlene Verany Machado
Atividade: Projeto Máscaras
Pólo: Ipatinga
1º/2015
I.       Apresentação
A comédia dell’arte significa comédia da habilidade. É uma forma de teatro popular que aparece na Itália, e se desenvolve posteriormente na França, surgindo na segunda metade do séc. XVI atingindo sua maior popularidade no séc. XVII e chegou até meados do séc. XVIII, quando entrou em declínio. Este gênero teatral que durou aproximadamente dois séculos e meio, exerceu grande fascínio por quase toda a Europa e influenciou (como ocorre ainda hoje) diversos atores, dramaturgos e encenadores: Shakespeare, Molière, Jean–Louis Barrault, Meyerhold, Jacques Lecoq, Dario Fo, Strehler, Marcelo Moretti, entre outros. Seu impulso imediato veio do carnaval, com os cortejos mascarados, a sátira social dos figurinos de seus bufões, as apresentações de números acrobáticos e pantomimas. As companhias de commedia dell’arte mantinham forte tradição familiar e cada personagem possuía um repertório próprio que se recombinava conforme a situação.  As performances seguiam um repertório de situações constantes: adultério, ciúmes, velhice, amor. Esses personagens englobavam o ancestral do palhaço moderno.
II.    Justificativa
Sendo o movimento da Comédia dell’arte um marco na história do teatro tem-se a necessidade de fazermos um estudo experimental, a fim de conhecermos, mesmo de maneira superficial o mundo das máscaras. As máscaras utilizadas na comédia dell’arte deixavam a parte inferior do rosto descoberto, permitindo uma dicção perfeita e uma respiração fácil, ao mesmo tempo em que proporcionavam o reconhecimento imediato da personagem pelo público. A máscara tira do ator os signos de sua interioridade, transforma-o numa figura toda superfície. O uso da máscara  como acessório, se confunde com a evolução do teatro. Mas é no Renascimento que a máscara adquire novas características, primeiro pelas “farsas” apresentadas nos castelos, segundo pela retomada do teatro popular em toda a Europa com a Commédia Dell’Arte.
III.  Objetivo Geral:
Promover o exercício teórico/prático dos alunos na direção do uso das máscaras, bem como da confecção das mesmas, tendo como base a Comédia dell’arte e o espetáculo Tabarim – O Guarda de Honra.
IV.  Objetivo geral e específico:
A Meia – Máscara é o modelo escolhido para trabalhar com os personagens da peça Tabarim elas são Máscaras falantes que cobrem somente a parte superior do rosto. Seu jogo propõe ao ator encontrar um corpo e uma voz que se ajustem ao propósito do personagem e da situação, levando o texto para além do cotidiano. É uma forma de exigir mais do trabalho corporal dos atores e atrizes. Como isso, temos como objetivos específicos:
·         Conhecer parte da história da Comédia Dell’arte;
·         Trazer este contexto estudado para o cenário atual;
·         Conhecer o texto trabalho Tabarim – O Guarda de Honra
·         Relacionar o texto citado com o que foi estudado nos trabalhos teóricos
·         Relacionar o personagem escolhido da obra e trabalhar em suas características
·         Introdução às técnicas de confecção de máscaras.
V.    Plano de execução do trabalho:
·         Estudo e pesquisa sobre a Comédia Dell’ arte e sua influência na história do teatro, bem como de seus personagens históricos;
·         Pesquisa sobre a importância do uso das máscaras e sua influência no trabalho do ator;
·         Realização da leitura do texto Tabarim – O Guarda de Honra;
·         Escolha dos personagens de forma livre e individualizada;
·         Estudo da importância das cores no mundo das artes, identificação da paleta de cores do espetáculo e da paleta individual do personagem escolhido.  
·         Confecção do molde ou máscara mortuária através de um estudo prévio e orientação prévia através de vídeo-aula, este trabalho deverá ser executado em grupo;
·         Confecção da máscara propriamente dita, para caracterização do personagem escolhido, com orientações através do material disponível na plataforma.
VI.  Conclusão 
Espera-se que através deste trabalho teórico/ prático seja possível ampliar o conhecimento sobre a Comédia Dell’arte, bem como sua importância e sua influência no meio teatral. Pretende-se também introduzir a técnica da confecção de máscaras a fim de incentivar a prática da mesma em futuros trabalhos fora do meio acadêmico.  

Paleta de Cores

Universidade de Brasília – UnB/ Educação a Distância – UAB
Curso: Licenciatura em Teatro – UAB 4
Tutora: Adni Rocha
Professora: Sônia Paiva
Professora Supervisora: Kaise Helena
Disciplina: Suportes Cênicos
Aluna: Edlene Verany Machado
Atividade: Paleta de Cores
Pólo: Ipatinga
1º/2015
“A COR, elemento indissociável do nosso cotidiano, exerce especial importância, sobretudo nas Artes Visuais, na Pintura, Escultura, Arquitetura, Moda, Cerâmica, Artes Gráficas, Fotografia, Cinema, Espetáculos etc, ela é geradora de emoções e sensações. A cor tem vida em si mesma e sempre atraiu e causou no ser humano de todas as épocas, predileção por determinadas harmonias de acordo especialmente com fatores de civilização, evolução do gosto e especialmente pelas influências e diretrizes que a arte marca. Através da teoria da cor, do uso de várias gamas cromáticas, da sua aplicação e experimentação práticas, irão ser ministrados conhecimentos que lhe permitirão descobrir e explorar por si mesmo o mundo extraordinário da "HARMONIA DAS CORES" e passar a exprimir-se com maior segurança através do cromatismo. Entre tudo cores que combinam ex.rosa e magenta, azul celeste, etc…”
Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cor    
                              
Paleta de Cores Peça Geral para o espetáculo: “Tabarim – O Guarda de Honra”











A segunda paleta de cores será destinada à personagem Isabela




Personagens da Comédia Dell'arte

Universidade de Brasília – UnB/ Educação a Distância – UAB
Curso: Licenciatura em Teatro
Tutora: Adni Rocha
Professora: Sônia Paiva
Professora Supervisora: Kaise Helena
Disciplina: Suportes Cênicos
Aluna: Edlene Verany Machado
Atividade: A importância do planejamento na produção cênica.
1º/2015
A comédia dell’arte significa comédia da habilidade. É uma forma de teatro popular que apareceu na Itália e se desenvolve posteriormente na França, surgindo na segunda metade do séc. XVI atingindo sua maior popularidade no séc. XVII e chegou até meados do séc. XVIII, quando entrou em declínio. Este gênero teatral que durou aproximadamente dois séculos e meio, exerceu grande fascínio por quase toda a Europa e influenciou (como ocorre ainda hoje) diversos atores, dramaturgos e encenadores: Shakespeare, Molière, Jean–Louis Barrault, Meyerhold, Jacques Lecoq, Dario Fo, Strehler, Marcelo Moretti, entre outros. Seu impulso imediato veio do carnaval, com os cortejos mascarados, a sátira social dos figurinos de seus bufões, as apresentações de números acrobáticos e pantomimas. As companhias de commedia dell’arte mantinham forte tradição familiar e a habilidade de improvisação se adequava bem às condições que encontravam no caminho, suas apresentações eram realizadas nas ruas e praças públicas. Cada personagem, por sua vez, possuía um repertório próprio que se recombinava conforme a situação. O chamado improviso, não era, portanto, uma invenção do momento, mas a liberdade que somente é possível de ser adquirida pelo ator, através de um treinamento permanente.  As performances seguiam um repertório de situações constantes: adultério, ciúmes, velhice, amor. Esses personagens englobavam o ancestral do palhaço moderno. As máscaras utilizadas deixavam a parte inferior do rosto descoberto, permitindo uma dicção perfeita e uma respiração fácil ao mesmo tempo que proporcionavam o reconhecimento imediato da personagem pelo público. A máscara na Commedia dell'arte tira do ator os signos de sua interioridade, transforma-o numa figura toda superfície. Desta forma, o personagem só existe enquanto desenhado em seus contornos.
Os personagens da Commedia dell’arte são divididos em três categorias:  
·         Zanni: são os personagens de classe social mais baixa 
                       


Arlequim – também conhecido como Harlequin, é um palhaço. Acrobata, amoral, glutão.É facilmente reconhecível pela roupa branca e preta com estampa em forma de diamantes O papel algumas vezes é substituído pelo Truffeldino, seu filho. Sua máscara possui uma testa baixa com uma verruga. Algumas vezes, usa um lenço negro sob o queixo e amarrado no alto da cabeça. Geralmente é o servo do Pantalone, às vezes do Dottore. Ele ama Colombina, mas ela apenas o faz de idiota. Arlequim, o empregado trapalhão, ágil e malandro, capaz de colocar o patrão ou a si em situações confusas, que desencadeavam a comicidade.

                            

Brighella – Um trapaceiro, de pouca moral e desmerecedor de confiança. É retratado como agressivo, dissimulado e egoísta. Briguela, um empregado correto e fiel, mas cínico e astuto, e rival de Arlequim.

                           


Pulcinellha – outro zanni que já existia do carnaval de Nápoles e passou a fazer parte da Comédia dell’arte.  Sua corcunda e ventre são proeminentes, sua máscara traz um nariz em forma de bico e sua voz estridente, lembrando ave.
                

Columbina – A contrapartida feminina do Arlecchino. Usualmente retratada como inteligente e habilidosa. É uma das servas classificada também como uma zanni. Algumas vezes, utiliza roupas com as mesmas cores do Arlecchino.

·         Servos: serviçais 
As criadas, não usavam máscaras. Elas geralmente ficavam a serviço da enamorada. Normalmente eram jovens, de espírito rude e sempre prontas a criar intrigas. Outras vezes eram mais velhas e podiam ser donas de uma taberna, a mulher de um criado ou objeto de interesse de um velho.

·         Vecchi: representam os de classe social mais abastada
                        


Capitão – Forte e imponente, mas não necessariamente heróico, um covarde, geralmente usa uniforme militar, mas de forma exagerada e desnecessariamente pomposa. Conta vantagens como guerreiro e conquistador, conta suas proezas de amor em batalhas, mas acaba desmentido. Capa e espada são adereços obrigatórios.
                                   

Dottore – O doutor. Visto como o homem intelectual, mas geralmente essa impressão é falsa. Ele é o mais velho e rico dos vecchi. Geralmente, interpretado como um pedante, avarento e sem o menor sucesso com as mulheres. Usa uma toga preta com gola branca, capuz preto apertado sob um chapéu preto com as abas largas viradas para cima.
                          

Pantalone, com sua figura esguia, contrastava e complementava no jogo cênico com a figura redonda do outro velho, o Dottore, que podia aparecer como amigo ou rival de Pantalone. Era pedante, normalmente advogado ou médico, falava em dialeto bolonhês intercalado por palavras ou frases em latim. Gostava de ostentar a sua falsa erudição, mas era enganado pelos outros por ser extremamente ingênuo. Era um marido ciumento e geralmente cornudo. Sua máscara era um acento que só marca a testa e o nariz. Geralmente, muito rico e muito avarento. O arquétipo do velho pão-duro. Não se preocupa com mais nada além de dinheiro. O cavanhaque branco e o manto negro sobre o casaco vermelho, possui uma filha casadoira ou é ele próprio um cortejador tardio. velho fidalgo, avarento e eternamente enganado.


·         Enamorados: os amantes, que querem se casar
                            
Os Innamorati são os amantes eles têm muitos nomes. (Isabella era o nome mais popular usado para a innamorata). Eles são jovens, virtuosos e perdidamente apaixonados um pelo outro. Eles usam os trajes mais belos e de acordo com o período e a moda vigente e nunca usam máscara. Geralmente, cantam, dançam ou recitam poemas. Eram geralmente representados por homens e mulheres belos e cultos, falavam com elegância, a enamorada poderia ser cortejada por dois pretendentes, um jovem e um velho. 


Referência Bibliográfica
Disponível em:
Acesso em 20 de maio de 2015.




Bom então segue mais uma postagem de outro trabalho da faculdade
Universidade de Brasília – UnB/ Educação a Distância – UAB
Curso: Licenciatura em Teatro
Tutora: Adni Rocha
Professora: Sônia Paiva
Professora Supervisora: Kaise Helena
Disciplina: Suportes Cênicos
Aluna: Edlene Verany Machado
Atividade: Máscaras
1º/2015
O uso da máscara  como acessório, se confunde com a evolução de povos e do teatro. Ela é usada ainda hoje em diferentes manifestações culturais de alguns povos ou tribos que ainda hoje mantêm suas tradições ritualísticas. A máscara acompanha a mesma evolução, passando de ritualística para teatral. É importante ressaltar que o teatro grego era realizado a céu aberto, e para um público numeroso, as máscaras também portavam grandes perucas, e no local em que se encaixava a boca havia uma espécie de cone que permitia uma maior propagação da voz. Essas máscaras eram desproporcionais ao tamanho do corpo humano, exigindo desta forma redimensionar todo o figurino para acompanhar a proporção estética. Mas é no Renascimento que a máscara adquire novas características, primeiro pelas “farsas” apresentadas nos castelos, onde a nobreza as usava como forma de nivelar os convidados presentes, fazendo parte do próprio traje, segundo pela retomada do teatro popular em toda a Europa com a Commédia Dell’Arte. Aqui no Brasil temos como uma das referências o Grupo Moitará, que desde 1988 vem desenvolvendo uma pesquisa sobre a dramaturgia do ator, sua arte e sua técnica, com a linguagem da Máscara Teatral. E este grupo nos trás os seguintes exemplos:

Ø  Máscaras larvárias, a metamorfose corporal: São rostos inacabados, formas simplificadas da figura humana, que remetem ao primeiro estado dos insetos. Fazem parte do grupo de máscaras inteiras e silenciosas, que não permitem a voz, mas exprimem a essência da palavra falada através das ações. Podem ser jogadas tanto pelo lado animal quanto pelo humano. Têm um jogo largo, normalmente orientado pelo nariz. Descobertas nos anos 60 no carnaval da Basel, na Suíça, as máscaras larvárias são formas simplificadas da figura humana: redondas, pontudas, curvas, onde o nariz tem uma grande importância e dirige toda a face. O trabalho com as máscaras larvárias “concede” ao ator um caminho da sensibilidade com o parceiro no jogo e com o espaço em que está inserido.
                                                   Larval Masks by Herr Zingg (Basel-CH) 

Ø  Máscara Expressiva: São Máscaras de feições mais elaboradas, com definições de caráter, que traduzem estados de ânimo. Pertencem à categoria das Máscaras silenciosas, onde a palavra, por sua vez, está implícita na ação física da personagem. Seu jogo é minucioso e objetivo, podendo ser enriquecido com a presença da contra-máscara, direção inversa ao caráter principal da Máscara.
                                           

Ø  Máscara Neutra: É uma Máscara de fisionomia simples e simétrica, sem conflitos, que propõe ao ator ampliar todos os seus sentidos, encontrando a essência das ações e das situações. Através do silêncio, ela se relaciona com todo o universo presente. A Máscara Neutra não é um personagem, é um estado que se apóia na calma e na percepção, fontes de vida para todas as outras Máscaras. Através dela o ator entende o que é um corpo decidido, presente, vivo dentro de um estado de representação. A máscara neutra é um grande instrumento para desenvolver o trabalho físico e expressivo do ator. Por ser uma máscara didática, ela nos possibilita aprofundar e aprimorar o potencial expressivo do artista, através da ação de um corpo vivo e presente.
                                                    

Ø  Meias – Máscaras: São Máscaras falantes que cobrem somente a parte superior do rosto. Geralmente representam "tipos-fixos”, podendo condensar nelas vários personagens. Seu jogo propõe ao ator encontrar um corpo e uma voz que se ajustem ao propósito do personagem e da situação, levando o texto para além do cotidiano.
                                                           

Ø  Máscaras Abstratas: São máscaras inteiras de formas geométricas, sem menção animal ou humano que possibilita ao ator projetar seu corpo no espaço, a partir das linhas de força da máscara, criando um jogo com ações amplas, acrobáticas e assimétricas. Com ela, o ator compreende a relação de tempo e espaço, onde o corpo, imerso numa dinâmica, desenha imagens precisas, fazendo a geometria viver a serviço da emoção.
                                                                 

Ø  Máscaras Tipos Populares: Uma vertente de pesquisa do Moitará é o trabalho a partir de Máscaras que possam representar "tipos" populares brasileiros. Os atores vão ao encontro da fisicalidade e da vocalidade sugeridas pelas Máscaras, delineando suas características típicas, aprofundando-se no contexto histórico e cultural dos “personagens-tipos” representados. Para a criação de Máscaras de "tipos" representativos do universo cultural brasileiro, o Grupo Moitará vem fazendo alguns paralelos com os tipos-fixos da Commedia Dell'Arte.
                                                       

Referências Bibliográficas:
Referências pesquisadas dia 13 de maio de 2015.


Olá tentando colocar meu blog em dia... as tarefas que eram para ser postadas, eu nunca dou conta de posta ou às vezes me esqueço. Avante...

Universidade de Brasília – UnB/ Educação a Distância – UAB
Curso: Licenciatura em Teatro
Tutora: Adni Rocha
Professora: Sônia Paiva
Professora Supervisora: Kaise Helena
Disciplina: Suportes Cênicos
Aluna: Edlene Verany Machado
Atividade: Projeto Cultural
1º/2015
Título do Projeto: 
Dançando Com A Vida
Resumo: 
O projeto Dançando Com A Vida visa trazer à comunidade do público feminino um pouco da prática inicial da dança do ventre. Para isto o projeto conta com oficinas, gratuitas, que terá duração de 5 meses, sendo 1h30min de duração cada aula que será ministrada em caráter semanal, com turmas de 20 alunas. Este projeto pretende alcançar 3 cidades distintas e são elas Coronel Fabriciano, Ipatinga e Timóteo, cada cidade será contemplada com 2 tipos de turmas a juvenil que atenderá o público alvo de 10 a 15 anos e a turma adulta de 16 anos em diante. O local escolhido para ministrar as oficinas será o salão comunitário da igreja Católica da comunidade contemplada. E será feito um cadastro para que sejam escolhidas as alunas de baixa renda familiar, pois não é necessário um pré-requisito físico ou de experiência anterior em dança para participar da oficina.
Objeto: 
Oficina cultural de iniciação à dança do ventre, sendo que ao final do curso que terá duração de 5 meses será feita uma apresentação aos familiares e amigos das alunas, onde as mesmas terão a oportunidade de mostrar o desenvolvimento do trabalho desenvolvido nas oficinas.
Justificativa: 
Este projeto tem o intuito de despertar e resgatar a feminilidade através da dança do ventre, favorecer a busca do auto-conhecimento, resgatar também as mulheres da marginalidade e promover a valorização do seu próprio corpo. Além de ajudar às mulheres e alunas a descobrir seu potencial dentro da sociedade.
Objetivos: 
Realizar 6 oficinas gratuitas de iniciação à dança do ventre, voltadas ao público feminino de 10 anos em diante, sendo 2 em cada cidade contemplada com o projeto: Coronel Fabriciano, Ipatinga e Timóteo.
Organizar e apresentar 3 pequenas mostras culturais ao final do curso, que terá duração de 5 meses, pois cada turma apresentará uma coreografia e cada mostra, uma em cada cidade já mencionada, contará com a participação dos outros grupos. Fechando as oficinas com um intercâmbio entre as cidades.
Divulgar a linguagem da dança do ventre ao grande público feminino, difundindo a importância da dança como expressão corporal e a busca do auto-conhecimento.   
Metas, Resultados e Desdobramentos do Projeto: 
Serão ministradas 6 oficinas gratuitas sendo 2 em cada cidade contemplada pelo projeto, as turmas serão dividas em juvenil (10 anos a 15 anos) e adulto (16 anos em diante),tais turmas terão 20 alunas, resultando em participação total de 120 alunas.
Serão realizadas 3 apresentações com classificação livre, uma em cada cidade: Coronel Fabriciano, Ipatinga e Timóteo, sendo que tais apresentações contará com a participação de todas as turmas, realizando assim um espetáculo de 50 min, o ingresso será vendido a preço popular de R$5,00, estendido a todas as categorias, além ser solicitado à comunidade que leve uma caixa de leite para doações posteriores nas comunidade contempladas pelo projeto. 
A expectativa de público no teatro é de aproximadamente 240 pessoas em cada apresentação, dando um total estimado de 720 pessoas ao longo da temporada.
Este projeto vem contribuir para a formação de platéia, pois contempla principalmente a classe de baixa renda, ressaltando porém que seu principal foco é quanto às oficinas culturais e que a apresentação resulta em uma demonstração do aprendizado adquirido com a dança.
Quantas exibições serão realizadas? 
Serão realizadas 3 apresentações que terá caráter de intercâmbio entre as turmas das oficinas das três cidades.
Qual a estimativa de público? 
Total de 720 pessoas, dividido entre três apresentações de aproximadamente 240 pessoas cada.

Qual o perfil do público atendido? 
A apresentação será destinada aos familiares e amigos das alunas que participarão das oficinas. Não terá classificação de idade.  
Em caso de comercialização da obra ou cobrança de inscrição/ingresso, qual o valor? Ou gratuito? 
O valor do ingresso popular será de 5,00 estendido a todas as categorias, crianças a partir de 5 anos pagam, além do ingresso será solicitado uma caixa de leite para posteriores doações.

Contrapartidas: 
As caixas de leite arrecadadas na entrada das apresentações serão divididas por três e serão destinadas a creches ou lar que cuide de idosos depende da realidade encontrada em cada comunidade onde serão ministradas as oficinas.
Além disso, as alunas serão convidadas a fazerem doações de caixas de leite afim de que a arrecadação seja maior.  

Ficha Técnica: 
Professora Edlene Verany Machado.
Local de apresentação:
Teatro João Paulo II, localizado no Centro Universitário do Leste de Minas Gerais – UnilesteMG, na cidade de Coronel Fabriciano.